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O impacto da deepfake nas fraudes

 

A evolução da tecnologia nos últimos anos trouxe muitas facilidades ao nosso dia a dia, porém, a cada avanço, os riscos e novas modalidades de fraude e crimes também surgem. Com o desenvolvimento da inteligência artificial, a deepfake vem se tornando cada vez mais comum. Nesta tecnologia, é possível replicar a face e a voz de uma pessoa a partir de algumas imagens e amostras de áudio aplicadas em tecnologia de machine learning.  

Deepfake é uma técnica que se utiliza de recursos de inteligência artificial para substituir rostos em vídeos e imagens com o propósito de chegar o mais próximo possível da realidade. O termo é uma mistura das expressões deep learning e fake e significa o emprego da IA para criar uma situação falsa. 

O que era caro e extremamente trabalhoso se tornou simples e acessível, a princípio, para especialistas da área e posteriormente, para o grande público por meio de aplicativos móveis e plataformas online. Hoje, é possível criar manipulações realistas usando computador e internet em casa. 

O deep learning é uma subclassificação de IA para definir algorítimos que podem reconhecer padrões com base em um banco de dados. Isso significa que, para criar um vídeo de deepfake de determinada personalidade, o sistema precisa ser alimentado com fotos e vídeos em que ela aparece. Quanto mais material houver, maiores serão as chances de se obter um bom resultado. Treinada com base no conteúdo fornecido, a IA aprende como a pessoa se comporta, passando a reconhecer padrões de movimento, trações do rosto, da voz e de outras características. 

A respeito de suas modalidades, do roubo de identidade e disseminação de desinformação pública à extorsão corporativa, são estas, as principais fraudes que criminosos aplicam à tecnologia deepfake aliada ao phishing. 

 

  1. Fraude Fantasma

A fraude fantasma ocorre quando um criminoso rouba os dados de alguém que já faleceu, e começa a se passar por essa pessoa para obter ganhos financeiros. As informações roubadas liberam acesso a serviços e contas online ou para a solicitação de cartões de crédito e empréstimos. 

 

  1. Fraude de nova conta

Conhecida também como fraude de aplicativo, essa tática envolve o uso de identidades roubadas ou falsas para abrir novas contas bancárias. Depois que um criminoso abre uma conta, ele pode causar sérios danos financeiros ao estourar cartões de crédito ou fazer empréstimos. 

 

  1. Fraude de identidade sintética

Essa fraude é mais complexa e mais difícil de detectar. Ao invés de explorar a identidade roubada de uma única pessoa, os criminosos extraem informações e identidades de várias pessoas para criar um usuário que não existe. Essa identidade fabricada é então usada para grandes transações ou novos pedidos de crédito. 

Embora a deepfake não seja a primeira ameaça à segurança cibernética, ela representa um desafio crescente que exigirá pesquisas contínuas para impedir que criminosos a explorem. Organizações e indivíduos precisarão buscar novas maneiras de proteger adequadamente seus dados e se defender contra os ataques cibernéticos cada vez mais sofisticados. 

À medida que se tornam mais comuns, é preciso que o seu negócio esteja ciente em considerar métodos mais sofisticados de verificação de identidade como uma nova barreira para combater tais ataques. Para garantir validações assertivas de biometria facial, é preciso procurar as tecnologias mais avançadas e, também, as mais adequadas ao seu modelo de negócio para possibilitar sua expansão. 

 

Cipher Marketing Latam

 

Fonte: Tec Mundo e Idwall.

 

 

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